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	<description>Aplicações Musicais</description>
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		<title>MOD electrónica &#8211; Meio/Meio</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem muitas MOD’s simples, económicas e eficientes para alterar vossa guitarra. Eu pessoalmente, sempre me senti intrigado pelas alterações que têm os humbuckers nas Guitarras Ibanez quando usamos o selector de pickups. Isto deve-se que eles usam o próprio selector para fazer o “Coil cut” sem usar outros interruptores. Hoje vou mostrar uma alteração semelhante (não igual). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem muitas MOD’s simples, económicas e eficientes para alterar vossa guitarra.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu pessoalmente, sempre me senti intrigado pelas alterações que têm os humbuckers nas Guitarras <strong>Ibanez</strong> quando usamos o selector de pickups. Isto deve-se que eles usam o próprio selector para fazer o “<em>Coil cut</em>” sem usar outros interruptores.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vou mostrar uma alteração semelhante (não igual). Usaremos na mesma um selector de 3 vias (género <strong>Telecaster</strong>, e recomendo a marca CRL) onde a posição do meio será a soma dos 2 <strong>humbuckers</strong> funcionando apenas como “<em>Single Coils</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Divirtam-se…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/02/Half-neck.jpg"><img class="size-medium wp-image-5794 aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Half neck" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/02/Half-neck-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a></p>
<div></div>
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		<title>Pintar Maple Top- Ibanez J Custom</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 01:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>
		<category><![CDATA[pintar guitarra]]></category>

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		<description><![CDATA[Não será a primeira vez que no pedem apenas para pintar o tampo da guitarra, mas quis guardar o registo desta menina (Pois ficou mais tempo do que devia nas nossas instalações, fruto de um acidente azarento). Para além disso fizeram-me um pedido invulgar que ficará no segredo dos Deuses. Ou mais propriamente entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não será a primeira vez que no pedem apenas para pintar o tampo da guitarra, mas quis guardar o registo desta menina (Pois ficou mais tempo do que devia nas nossas instalações, fruto de um acidente azarento).</p>
<p style="text-align: justify;">Para além disso fizeram-me um pedido invulgar que ficará no segredo dos Deuses. Ou mais propriamente entre o dono e eu. Mas para os curiosos vou dar uma dica: <em>Nunca me tinham colocado indicações de que dias não deveria trabalhar…</em></p>
<p style="text-align: justify;">Bem…passemos ao que interessa: O nosso dever era alterar a cor deste tampo roxo desinteressante para um belíssimo “<em>sunburst</em>” menos convencional e realçar ao máximo a madeira figurada deste “Quilted Maple Top”.</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-Maple-Top.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5776" title="Ibanez Maple Top" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-Maple-Top-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Jogar com as cores é importante nos sunburst´s e a graduação da cor central (neste caso o castanho) é vital para criar uma obra de arte ou “mais um sunburst como tantos outros”.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu pessoalmente detesto os sunbursts da <strong>Fender</strong> : Tão óbvios; tão uniformes; tão matemáticos…</p>
<p style="text-align: justify;">Numa guitarra destas poderia haver mais margem para a criatividade… O headstock também receberia um sunburst e teria a designação <strong>Ibanez J Custom</strong>, que para além de designar as melhores guitarras da Ibanez podia descrever : <strong>Ibanez “<em>Jose</em>”Custom</strong>.:)</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-Headstock.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5777" title="Ibanez J Custom Headstock" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-Headstock-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo corria as mil maravilhas até que num dia muito mau (daqueles em que tudo corre pessimamente e só nos aparecem problemas à frente) recebo um telefonema a indicar que o nosso <em>atelier</em> estava um caos!!! O armário das tintas e vernizes tinha caído ao chão e criara o <strong>arco-íris</strong> mais horrendo que alguma vez vira….</p>
<p style="text-align: justify;">E onde raios tinha de cair o armário?!?!?</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em cima da <strong>Ibanez J Custom</strong> que ia ser entregue nesse fim-de-semana ao seu dono!!!!</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-danificada-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5778" title="Guitarra danificada (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-danificada-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-danificada-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5779" title="Guitarra danificada (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-danificada-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Rapidamente contactamos o homem e informamos o sucedido. Fizemos algumas alterações ao projeto inicial e colocamos mãos à obra (não foi bem assim. Tivemos de entrar em obras para remediar os estragos causados pelas tintas: Piso; móveis; ferramentas; tudo repleto de uma crosta dura e horrível de pinturas)</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente demos por concluída a pintura desta guitarra e com muito prazer mostramos o resultado final.</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5780" title="Pintura em Ibanez  Prestige (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5781" title="Pintura em Ibanez  Prestige (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5782" title="Pintura em Ibanez  Prestige (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pintura-em-Ibanez-Prestige-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como o nosso amigo tem um blogue com as suas aventuras em guitarras deixamos aqui o seu link:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mxkt-guitars.blogspot.com/p/washburn-idlx.html" target="_blank">http://mxkt-guitars.blogspot.com/p/washburn-idlx.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">P.S: Aquele tampo ficou um espetáculo…não?</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5783" title="Ibanez J Custom  (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5784" title="Ibanez J Custom  (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5785" title="Ibanez J Custom  (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5786" title="Ibanez J Custom  (4)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Ibanez-J-Custom-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Guitarra com Tampo Rachado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 00:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra tampo rachado]]></category>

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		<description><![CDATA[Num dia qualquer da semana (de facto não interessa se foi numa segunda ou numa quarta feira, mas para iniciar o artigo fica bonito) Recebo um e-mail com uma sessão fotográfica bastante aterradora. A vítima em questão era uma Washburn Cumberland com o tampo semidestruído. Não se podia negar que tinha sido um golpe duro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num dia qualquer da semana (de facto não interessa se foi numa segunda ou numa quarta feira, mas para iniciar o artigo fica bonito) Recebo um e-mail com uma sessão fotográfica bastante aterradora. A vítima em questão era uma <strong>Washburn Cumberland</strong> com o tampo semidestruído.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se podia negar que tinha sido um golpe duro que ocasionara tal rachadela!</p>
<p style="text-align: justify;">Ironicamente o golpe foi dado lateralmente, onde ocasionou poucos estragos (ou quase nenhuns).</p>
<p style="text-align: justify;">No sábado a seguir recebo a visita de um casal muito simpático para entregar-me a guitarra. Tivemos uma conversa muito animada, aproximadamente duas horas (onde o tema predominante só podia ser sobre guitarras) e fiquei com um caixote a atravancar a sala de aulas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5758" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Guitarra com tampo rachado (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<div style="text-align: -webkit-auto;"></div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5760" title="Guitarra com tampo rachado (4)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-4-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5759" title="Guitarra com tampo rachado (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-com-tampo-rachado-3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Combinámos para o próximo sábado começar os trabalhos enquanto ele fotografava algum dos procedimentos. Lamentavelmente foi nesse fim-de-semana que iniciamos as obras no<em> atelier</em> e deixamos o projecto em stand-by.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste tipo de trabalhos gosto de retirar a ponte, pois o acabamento é mais fácil de se dar, para além de ficar muito melhor. Reparamos a fenda com cola, grampos e alguma paciência. Para retirar a ponte, nada mais que calor, humidade e duas espátulas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Wasburn-cumberland-broken.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5762" title="Wasburn cumberland broken" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Wasburn-cumberland-broken-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois desbastamos todo o<strong> verniz</strong> e a cor antiga da guitarra. Aplicámos uma fita de maple onde faltava madeira e aplicamos tapa-poros quase a conta-gotas. A aplicação de verniz na caixa-de-ressonância é uma arte de “<em>poucos recursos</em>”. Ou seja, quanto menos material aplicarmos, melhor som terá a guitarra, pois o acabamento costuma amortecer a vibração da madeira e por conseguinte “<em>matar o som</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir aplicamos a cor base “<em>amarela como de costume</em>”. Depois colocámos o vermelho e finalizamos com castanho. Iniciamos o castanho com uma diluição bastante clara e fomos aplicando várias camadas até atingir a cor que desejámos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Sunburst-guitar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5763" title="Sunburst guitar" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Sunburst-guitar-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Esta é apenas uma dica no meio de centos delas, pois acertar com este tipo de cores não é tão fácil quanto parece. São precisas horas de treino e nunca podemos aplicar a cor logo na guitarra sem antes termos testado num bocado de madeira (da mesma qualidade de preferência).</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">Finalmente apliquei mais três camadas de verniz (embora devia ter aplicado quatro) e demos o polimento. Para que saibam, tem de se lixar o verniz que vai ficar por baixo da ponte. Acontece frequentemente em guitarras de baixa gama (especialmente clássicas) que as pontes descolem com a força das cordas, e normalmente a culpa é deste pormenor. Aplico três grampos para ficar um trabalho bem feito.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/colar-ponte-em-guitarra.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5764" title="colar ponte em guitarra" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/colar-ponte-em-guitarra-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente instalei um piezo e limpei o sistema electrónico (que ficou repleto de pó da lixagem)  Tentei corrigir a altura das cordas, que estavam um pouco altas e acabamos o serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando novamente para ela, quem pode dizer que esta guitarra partiu?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-Headstock.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5765" title="Washburn Cumberland Headstock" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-Headstock-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-Acustica-Washburn.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5768" title="Guitarra Acustica Washburn" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Guitarra-Acustica-Washburn-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-pintada-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5766" title="Washburn Cumberland pintada (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-pintada-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-pintada-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5767" title="Washburn Cumberland pintada (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Washburn-Cumberland-pintada-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
</div>
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		<title>Review sobre o Spider III 75</title>
		<link>http://www.fratermusic.com/review-sobre-o-spider-iii-75/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 21:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O amplificador de Guitarra Line6 Spider III 75  oferece detalhados modelos de amplificadores baseados em alguns dos melhores sons de guitarra já criados. Para manter esses sons autênticos, a Line6 sequestrou alguns dos seus artistas favoritos para emular a sua sonoridade. Agora você pode governar o palco com este amplificador. Vou ser sincero. Fiquei impressionado pela quantidade de sons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>O amplificador de Guitarra Line6 Spider III 75  oferece detalhados modelos de amplificadores baseados em alguns dos melhores sons de guitarra já criados. Para manter esses sons autênticos, a Line6 sequestrou alguns dos seus artistas favoritos para emular a sua sonoridade. Agora você pode governar o palco com este amplificador.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Vou ser sincero. Fiquei impressionado pela quantidade de sons predefinidos que traz este amplificador. O som&#8230;humm deixou-me um bocadito a desejar. Contudo, acho-o bem melhor do que outros amplificadores simulados.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos pontos fortes:</p>
<ul style="text-align: justify;" dir="ltr">
<li>
<div id="result_box">É muito versátil, voces pode tirar qualquer som com ele, desde um tipico twang dos anos 60 até um Marshall clássico para músicas como Back in Black. O modelo de amplificador insano é perfeito para as músicas de metal, e é óptimo para tocar Sum 41.</div>
</li>
<li>
<div>Este amplificador tem 4 canais que você pode mudar imediatamente .</div>
</li>
<li>
<div>3 tipos de efeitos podem ser tocados ao mesmo tempo. Estes são chorus / phaser/ tremolo / delay / eco de fita / echo varredura e Reverb. Cada uma das definições para os efeitos podem ser gravadas em cada canal, Basta o click de um botão e você pode alterar qualquer característica do amplificador.</div>
</li>
<li>
<div>Ele vem com saida para auscutadores / Line Out para poder conectá-lo diretamente na entrada do computador.</div>
</li>
<li>
<div>Este amplificador é excelente para practicar e tem poder suficiente para conseguir fazer pequenos concertos.</div>
</li>
<li>
<div>É construído de forma que é praticamente indestrutível.</div>
</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-562" title="spider view" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/spider-view.jpg" alt="spider view" width="450" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Contudo, temos de ser realistas e não vamos pensar que temos um equipamento de luxo com menos de 300€. Na minha opinião é que a sua relação de preço/qualidade é boa.</em></p>
<ul dir="ltr">
<li>
<div style="text-align: justify;">Muita gente se queixa que os efeitos são demasiado digitais. Pessoalmente, eu acho que é uma questão do som que você está à procura. Não podemos pedir num amp «Solid State» soar como um valvulado, apenas o imita!</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Muita gente também pensa que os sons predefinidos não soam como o artista original. Este comentário é uma meia-verdade. Acho que algumas pessoas ao usar o amp não percebem que para obter o som que desejam também precisam de ter a mesma guitarra/captadores que o artista que tentam emular. Exemplo: se alguém me diz que quer soar como os Metallica usando uma Fender Bullet Squier ou uma Epiphone SG da gama mais baixo obrigam-me a dar uma gargalhada.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Outra coisa que eu ouço é &#8220;Eu tenho um amplificador de válvulas que é muito melhor do que esse&#8221; amp. O problema é que isso é uma questão de gostos. Conheço muita gente que adora amps válvulados, outros gostam mais de Solid State (eu pessoalmente não gosto de Marshalls válvulados e no entanto adoro os Fender BASSMAN).</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Por último, um monte de pessoas se queixam de que eles não conseguem obter um som limpo desse amp. Acho que se consegue, mas não é fácil, porque a coluna deste amp tem um monte de graves.</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Duas coisas que notei sobre este amp.<br />
1) Na minha opinião, funciona melhor com humbuckers.<br />
2) Acho que este amp é mais adequado para o rock (e com alguns sons, até para Metal) Canais limpos, tenho as minhas dúvidas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/spider-tras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-564" title="spider tras" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/spider-tras.jpg" alt="spider tras" width="450" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Situações a evitar em Guitarras</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[guitarra]]></category>
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		<description><![CDATA[Exitem situações que podem ser evitadas com um pouco de tempo. Isto pode traduzir-se em dinheiro na hora de vender uma guitarra usada. Em desgostos de ver um instrumento arruinado por desleixo. Muitas vezes as situações podem ser recuperadas, mas com alguns custos e trabalhos; para além de ter que utilizar peças que já não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Exitem situações que podem ser evitadas com um pouco de tempo. Isto pode traduzir-se em dinheiro na hora de vender uma guitarra usada. Em desgostos de ver um instrumento arruinado por desleixo. Muitas vezes as situações podem ser recuperadas, mas com alguns custos e trabalhos; para além de ter que utilizar peças que já não são as originais (resultando num decrescimo de valor de coleccionador)</em></p>
<p style="text-align: justify;">É o caso desta Fender Lead II. Esta guitarra esteve abandonada ao seu triste destino, até ser comprada por um preço bem regateado. Com muita paciencia, conseguimos restaurar esta joia, portadora de um som espectacular.
<a href='http://www.fratermusic.com/situacoes-a-evitar-em-guitarras/fender-lead/' title='Fender Lead'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/Fender-Lead-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fender Lead" title="Fender Lead" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/situacoes-a-evitar-em-guitarras/vista-geral-fender-lead/' title='vista geral Fender Lead'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/vista-geral-Fender-Lead-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="vista geral Fender Lead" title="vista geral Fender Lead" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/situacoes-a-evitar-em-guitarras/pormenor-fender-lead/' title='pormenor Fender Lead'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/08/pormenor-Fender-Lead-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pormenor Fender Lead" title="pormenor Fender Lead" /></a>
</p>
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		<title>Guitarras Hagstrom</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 00:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>
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		<description><![CDATA[Num Mundo repleto de Strat´s, Tele´s e Les Paul´s tudo o que seja diferente deveria ter mais valor, mas nem sempre é assim. O nosso amigo da Galanti cumpriu o prometido e trouxe-nos mais uma relíquia. Desta vez foi uma Hagstrom, uma guitarra de fins de 60´num invejoso estado de conservação. Quando cá chegou tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num Mundo repleto de Strat´s, Tele´s e Les Paul´s tudo o que seja diferente deveria ter mais valor, mas nem sempre é assim.</p>
<p style="text-align: justify;">O nosso amigo da<a href="http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/" target="_blank"> <strong>Galanti</strong></a> cumpriu o prometido e trouxe-nos mais uma relíquia. Desta vez foi uma <strong>Hagstrom</strong>, uma guitarra de fins de 60´num invejoso estado de conservação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando cá chegou tinha uma afinação no mínimo fora do vulgar (oitavas e quintas), mas desta vez levaria com uma afinação convencional.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tal, seria necessário efetuar um Setup. Para além disso, era necessário recuperar o sistema eletrónico (pois algumas das funções não trabalhavam corretamente).</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, algum “<em>chico esperto</em>” esteve anteriormente a alterar a configuração original, mas graças a um esquema encontrado pelo dono foi-nos fácil colocar tudo “<em>como antigamente</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom_III_Schematic.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5745" title="Hagstrom_III_Schematic" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom_III_Schematic-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os interruptores, na sua maioria, precisaram de uma boa limpeza. Apenas houve que substituir um dos mesmos (manteve a carcaça original e substituímos apenas os contatos danificados)</p>
<p style="text-align: justify;">Para além disso melhoramos o isolamento da guitarra, que era uma das suas deficiências. Eliminamos assim uma grande quantidade de ruido parasita.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5746" title="Hagstrom guitar (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No fim, experimentamos a guitarra num <strong>Sovtek Bass Midget Blues</strong> e ficamos deliciados com o som da guitarra, em especial a conjunção neck/bridge. Achei bastante interessante a função <strong>Mute</strong> para poder “d<em>esaturar</em>” o <em>crunch</em> da válvula, e o <strong>filtro “passa agudos</strong>” que excelente para usar numa banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas estas são funções que nas guitarras mais convencionais não existem, mas que de fato não deixam de ser interessantes no panorama musical atual.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5747" title="Hagstrom guitar (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-headstock-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5748" title="Hagstrom guitar headstock (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-headstock-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, como recomendação de amigo, estejam abertos a novas marcas, novas funções e novos designs.</p>
<p style="text-align: justify;">E como dizia o filósofo (não me recordo qual deles):</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Se estás do lado da maioria é porque algo está errado…”</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-5.jpg"><br />
<img class="aligncenter" title="Hagstrom guitar (5)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Hagstrom-guitar-5-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Rehousing de Pedais</title>
		<link>http://www.fratermusic.com/rehousing-de-pedais/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 00:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reparações Electrónicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Para muitos este nome pode parecer estranho, mas não é nada de subliminar! O rehousing não é nada mais, nada menos do que a mudança de caixa, seja de um pedal ou de um amplificador. Para uma mais funcional ou mais agradável aos seus gostos. A pessoa em questão acertou todos os pormenores via email [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para muitos este nome pode parecer estranho, mas não é nada de subliminar!</p>
<p style="text-align: justify;">O rehousing não é nada mais, nada menos do que a mudança de caixa, seja de um pedal ou de um amplificador. Para uma mais funcional ou mais agradável aos seus gostos.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa em questão acertou todos os pormenores via email e enviou-nos todo o material necessário via CTT.</p>
<p style="text-align: justify;">Electronicamente falando foi um trabalho simples pois necessitou de poucas soldas. Mecanicamente falando foi necessário uns bons furos e ter uma “<em>paciência de Jób</em>” para colocar tudo no interior das caixas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é costume, segundo a<strong> lei de Murphy</strong>, se alguma coisa pode correr mal, então de certeza vai acontecer. Partiu-nos um<strong> LED</strong> Colorido (pink mais propriamente), mesmo na base. Obrigou-nos a comprar um <strong>LED</strong> e um interruptor de nove pinos (que também estava avariado) no estrangeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer absurdo,  mas não conseguimos substitutos em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente mostramos fotos dos dois pedais já concluídos… Que por acaso até ficaram bonitos de se ver&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pedais-guitarra-custom-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5738" title="Pedais guitarra custom (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pedais-guitarra-custom-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pedais-guitarra-custom-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5739" title="Pedais guitarra custom (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Pedais-guitarra-custom-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
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		<title>Uma peça de museu</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reparações Electrónicas]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra]]></category>
		<category><![CDATA[reparação]]></category>

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		<description><![CDATA[Este amplificador de guitarra já conta com varias décadas. É um Fender Solidstate da década de 60. Como é uma peça não válvulada e bastante antigo, ninguém lhe dá valor (a não ser por ser Fender) Contudo, o seu dono pediu-nos para restaurar o amplificador e dar-lhe nova vida. Camadas de sujidade foram o primeiro problema. Alguns switchs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este amplificador de guitarra já conta com varias décadas. É um<strong> Fender Solidstate</strong> da década de 60. Como é uma peça não válvulada e bastante antigo, ninguém lhe dá valor (a não ser por ser <strong>Fender</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, o seu dono pediu-nos para restaurar o amplificador e dar-lhe nova vida. Camadas de sujidade foram o primeiro problema. Alguns switchs que já não se fabricam támbem nos deram que fazer. O hardware estava mesmo muito enferrujado. Contudo, ficou funcional e<em> ready for the action</em>&#8230;.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pickguards Personalizados</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 09:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>
		<category><![CDATA[Pickguard personalizado]]></category>

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		<description><![CDATA[E quem é que não gosta de ter uma guitarra única? Ou quem é que não deseja alterar a sua guitarra para uma performance mais adequada aos seus gostos, mas o pickguard é um entrave para este propósito? Ou quem é está cansado daquela cor tão comum (preto/branco) do seu pickguard e deseja mudar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E quem é que não gosta de ter uma guitarra única? Ou quem é que não deseja alterar a sua guitarra para uma performance mais adequada aos seus gostos, mas o pickguard é um entrave para este propósito? Ou quem é está cansado daquela cor tão comum (preto/branco) do seu pickguard e deseja mudar para dar uma nova vida a sua guitarra?</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditem ou não, não falta gente disposta a alterar o seu pickguard por estas ou outras razões. E aqui estamos nós para poder ajudar os nossos clientes e amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou mostrar hoje 2 casos, que por estranha coincidência vieram ambos do forumusica – Possivelmente o melhor Forum Online do Pais – via mensagem pessoal. Como é comum nestes casos, acertamos todos os pormenores via e-mail.</p>
<p style="text-align: justify;">Um deles me enviou o seu pickguard para eu poder copiar o desenho (pois a alteração era mudar de um negro para tortoise e o furo dos pickguards) era para uma Fender Telecaste Thinline 72.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5727" title="Fender thinline Pickguard (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O outro utilizador me enviou pelos CTT um molde e uma placa de Patchement. Pena que o molde não tivesse uma espessura maior, pois ter-nos-ia poupado trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/La-cabronita-Pickguard.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5728" title="La cabronita Pickguard" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/La-cabronita-Pickguard-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vou descrever os passos que realizo para ter um pickguard de sonho. Nestes casos efetuo o desenho do pickguard numa placa de MDF. Com a serra tico-tico modelo o molde em bruto.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Depois com uma lixadora de rolos acerto os pormenores do molde para ficar perfeito.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>No caso da Fender Thinline preparo os furos que vão ficar abertos e posiciono o lugar dos humbuckers.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Agora basta fixar a placa de material no molde. Nestes 2 casos usamos parafusos nos furos. Nada melhor…</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A seguir usamos uma tupia com uma fresa copiadora. O trabalho é rápido, sujo e quase perfeito. Atenção aos amantes do DIY. Este trabalho é bastante perigoso. Uma tupia é uma ferramenta bastante traiçoeira e podemos ferir os dedos com ela. Já passei por muitos incidentes, mas graças a Deus tenho tido muita sorte. No obstante, acho que este é um serviço pouco propenso para os aficionados, pois cada fresa é dispendiosa (fora as máquinas)</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Depois de ter copiado o molde com a fresa lisa, efetuamos o chanfre com uma fresa de 45º. Muitas pessoas poderão perguntar porque não faço todo o corte apenas com a de 45º e poupava tempo. Mas durante estes anos todos de treino tenho constatado que é mais fiável fazer os 2 serviços separados. É muito ingrato ter que deitar ao lixo uma placa porque a fresa decidiu dar uma dentada onde não devia…</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Fazemos o corte dos pickups e até do interruptor com outros moldes. Escareamos os furos dos parafusos e lixamos as últimas arestas com lixa fina.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>E finalmente enviamos uma foto aos donos e entregamos os Pickguards nos correios mais próximos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5729" title="Fender thinline Pickguard (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E agora nos falta aguardar por mais pedidos como estes…basta escrever para <a href="mailto:info@fratermusic.com">info@fratermusic.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">Caso desejem fazer por si próprios temos muito material na nossa loja online para fazerem o seu pickguard.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5730" title="Fender thinline Pickguard (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/Fender-thinline-Pickguard-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fender Greasebucket MOD</title>
		<link>http://www.fratermusic.com/fender-greasebucket-mod/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 23:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[guitar MOD]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tínhamos algum tempo sem apresentar alguma MOD nos nossos artigos. E por acaso, na minha humilde opinião, esta é uma grande MOD que podemos usar em qualquer controlo de tom para o tornar mais flexílvel. Se calhar é mesmo esta MOD que vos falta para querer usar o control de tom… Em que consiste? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já tínhamos algum tempo sem apresentar alguma MOD nos nossos artigos. E por acaso, na minha humilde opinião, esta é uma grande MOD que podemos usar em qualquer controlo de tom para o tornar mais flexílvel. Se calhar é mesmo esta MOD que vos falta para querer usar o control de tom…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em que consiste? </strong>Basicamente é um controlo de Tom passivo mas que não efetua um corte tão drástico nas frequências agudas, obtendo assim um som mais cristalino e menos enrolado em graves. É sumamente útil em canais limpos, embora se possa usar em Overdrives. Contudo é um assunto de gosto pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como começou? </strong>A Fender começou a introduzir este circuito em 2005 em alguns modelos Highway One, assim como algumas Custom Shop. Porque foi assim batizado? Ninguém sabe… Mas é assim que foi popularizado e tem ganho bastante adeptos, assim como também exista quem queira retirar da sua Strat esta MOD para o circuito clássico (mas penso eu que será por uma questão de purismo)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como fazer? </strong>Para transformar o nosso controlo de Tom num Greasebucket apenas precisamos de um condensador de 0.1uF e outro de 0.022uF (para humbuckers recomendo 0.047uF) e uma resistência de ¼ de watt 4.7K Ohms. A nível de ferramentas apenas necessitamos de um soldador de lápis e um alicate de corte.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o fazer basta dessoldar o condensador que está no Potenciómetro de Tom e soldar os novos componentes como está no diagrama. Atenção que a resistência está em série com o condensador de 0.022uF. O resto do circuito permanece inalterado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A teoria por detrás</strong>: Este tipo de circuito é chamado de “Passa banda”, pois permite passar determinadas frequências, enquanto outras são bloqueadas. No caso do Greasebucket é uma combinação de um Passa-Alto e Passa-Baixo. O condensador de 0.022uF funciona como um controlo de Tom vulgar, que corta os agudos, deixando apenas os graves. A resistência evita que o Potenciómetro atinga o valor zero. E dai evita o corte brutal de agudos. Pode-se ter um efeito semelhante se não chegarmos ao máximo do cursor do Pot.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o pequeno condensador de 0.1uF que, juntamente com o pickup e o potenciómetro, criam um circuito RLC, que age como um circuito ressonante.</p>
<p style="text-align: justify;">Só me resta dizer que esta é uma MOD com um som especial, e vos encorajo a fazerem-na, nem que seja apenas pelo prazer de testar. Muitos de vocês ficarão surpreendidos com os resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">E obviamente os valores que vos apresentei não são rígidos. Usem diferentes valores e tipos de componentes para conseguir um som mais apropriado aos vossos gostos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/greasebucket.jpg"><br />
<img class="aligncenter" title="greasebucket" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2012/01/greasebucket.jpg" alt="" width="500" height="481" /></a></p>
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		<title>MOD’s – Pot Coil Tap</title>
		<link>http://www.fratermusic.com/mods-pot-coil-tap/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 20:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente descobri esta MOD (nada de esotérico) mas achei-a bastante original. É daqueles casos que se diz: “Bom, Bonito e Barato”. Chamam-lhe Pot Coil Tap, e não é nada mais e nada menos que anular uma das bobines de um Humbucker através de um Potenciómetro convencional. Normalmente muitas pessoas têm sistemas de Potencióemtros Push-Pull ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente descobri esta<strong> MOD</strong> (nada de esotérico) mas achei-a bastante original. É daqueles casos que se diz: <em>“Bom, Bonito e Barato”</em>. Chamam-lhe Pot Coil Tap, e não é nada mais e nada menos que anular uma das bobines de um Humbucker através de um Potenciómetro convencional.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente muitas pessoas têm sistemas de <strong>Potencióemtros Push-Pul</strong>l ou interruptores extra para efetuar esta função nas suas guitarras. Mas como estamos em tempo de crise, e muita gente não está interessada em fazer furos na sua guitarra, acredito que esta seja uma opção viável. Aliás, esta<strong> MOD</strong> nos dá a possibilidade de quantificar esse corte de bobina.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas guitarras que possuem 2 potenciómetros de volume (ou de tom, como o caso das Les Paul) que podem ser alterados para transformar os humbuckers em Single Coils. Passamos a usar um control de volume geral e um Coil Tap noutro. Ou talvez 1 control de tom e um Coil Tap…depende de cada guitarra.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isto conseguimos mais uma função na guitarra e <strong>0%</strong> de custos…fantástico não?</p>
<p style="text-align: justify;">O esquema é simples..</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Pot-Coil-tap.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5715" title="Pot Coil tap" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Pot-Coil-tap.png" alt="" width="550" height="440" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Baixar Acção num Baixo Acústico</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 01:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>

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		<description><![CDATA[Ha uns tempos atrás efectuamos a colocação de um Piezo + Preamp numa guitarra acústica. Este é um trabalho bastante gratificante para aqueles que possuem guitarras sem sistema de amplificação, pois oferecem uma mais valia ao seu instrumento. Brevemente vamos colocar um artigo sobre este trabalho, pois está previsto falarmos de sistemas de amplificação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ha uns tempos atrás efectuamos a colocação de um <strong>Piezo + Preamp</strong> numa guitarra acústica. Este é um trabalho bastante gratificante para aqueles que possuem guitarras sem sistema de amplificação, pois oferecem uma mais valia ao seu instrumento. Brevemente vamos colocar um artigo sobre este trabalho, pois está previsto falarmos de sistemas de amplificação de guitarras.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas de momento quero descrever um trabalho realizado num baixo acústico do mesmo dono desta guitarra. Era um Baixo da  marca <strong>Maison</strong>, já com alguns anos de idade. E que com a força das cordas foi sofrendo de algumas maleitas, que ao fim e ao cabo tiveram uma grande consequência: <em>Uma altura de cordas excessiva (mais conhecida por acção alta)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Os defeitos eram diversos: Pestana mal acabada; o braço possuia uma curvatura considerável; delocamento da junção braço/corpo; e o tampo ganhou um arredondamento fora do habitual. Como era impossivel retirar o braço sem uma reparação custosa <strong>(€ )</strong>teríamos de encontrar outras soluções.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Defeito-junção-braço.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5702" title="Defeito junção braço" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Defeito-junção-braço-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo sería efectuar uma medição inicial da altura parta podermos avaliar os progressos. Tomamos como referencia o 12º traste.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir tentamos ajustar o trussrod. Contudo, ele já se encontrava ao máximo do seu ajuste. No obstante, com uns pequenos truques de grampos, limpeza da porca e umas rezas conseguimos reduzir um pouco mais a curvatura do braço. Isto nos ofereceu menos 0.5mm.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir decidimos reduzir o sulco do cavalete. Constatamos que a ponte era de uma construção robusta e dava-nos bastante hipótese de aprofundar o sulco. Para efectuar o trabalho precisamos de retirar o piezo e de uma mini-tupia com uma fresa bem afiada.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos aficiniados de DIY recomendo não realizar este trabalho pelas próprias mãos. Para tal é necessario ferramentas adequadas. Sob pena do piezo não tem uma base nivelada para funcionar correctamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esta operação conseguimos reduzir mais 3mm !!! Mas ainda nos faltava percorrer algum caminho para chegar a uma medida decente…</p>
<div id="attachment_5705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Uma-das-medidas.jpg"><img class="size-medium wp-image-5705" title="Uma das medidas que retiramos como referência" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Uma-das-medidas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das medidas que retiramos como referência</p></div>
<p style="text-align: justify;">Como a sela ficava já no interior do sulco não tínhamos outra opção senão rebaixar a altura da própria ponte. Para tal usamos uma lixadora manual e uma máscara protectora (o pó de rosewood é um bocado tóxico, por isso é melhor prevenir) Voltamos a dar cor a ponte e enceramos a mesma. Se não fosse por causa do desaparecimento dum relevo no fim da ponte, a operação não seria perceptível.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/POnte-Alterada-baixo-acústico.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5704" title="POnte Alterada baixo acústico" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/POnte-Alterada-baixo-acústico-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De seguida desbastamos a parte inferior da sela e conseguimos reduzir mais 3mm…</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos a colagem (prensagem) da junção do braço e ajustamos melhor a pestana  com estas 2 operações conseguimos uma redução aprox. De 1mm.</p>
<p style="text-align: justify;">Totalizadas as contas conseguimos reduzir entre 7-8mm. Não arrisquei descer mais a ação para evitar um trastejamento indesejável (que num instrumento acústico é mais incómodo que num eléctrico) Para além disso, sabia que o braço tinha um pequeno defeito, mesmo na junção do braço/corpo…Por isso, era melhor não arriscar mais.</p>
<div id="attachment_5700" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Baixar-acção-num-baixo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5700" title="Baixar acção num baixo" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Baixar-acção-num-baixo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A medida Final</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Para além disso, tinha presente que ao descer a sela, tinha reduzido significativamente o ângulo da corda sobre a sela. Isto pode reduzir o volume do baixo e não dá a tensão necessaria a corda para pousar sobre a sela. Resultado, vibrações ressonantes bastante desagradáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim ficamos com um Baixo com um ajuste tolerável a um preço económico.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Maison-Headstock.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5703" title="Maison Headstock" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Maison-Headstock-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Baixo-Acústico-Maison.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5701" title="Baixo Acústico Maison" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/12/Baixo-Acústico-Maison-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Fret Rocker</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 22:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de ver um video de um grande mestre das reparações, decidi que também queria um brinquedo destes para me facilitar a vida, e evitar os diversos bocados de aço que usava (e que tanto incomodavam na caixa de ferramentas. O brinquedo se chama Fret Rocker e serve para descobrir trastes soltos, altos ou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ver um video de um grande mestre das reparações, decidi que também queria um brinquedo destes para me facilitar a vida, e evitar os diversos bocados de aço que usava (e que tanto incomodavam na caixa de ferramentas. O brinquedo se chama <em>Fret Rocker </em>e serve para descobrir trastes soltos, altos ou com uma curvatura fora do comum.</p>
<p>Rapidamente coloquei mãos à obra, e criei uma peça feita em aço inox de 2mm. Já que não se fabrica em Europa, os interessados podem pedir um orçamento para uma peça destas. Pode ser que vos ajude.</p>
<p>Já agora, para quem quiser  perceber bem para que serve o <em>Fret Rocker podeis </em>ver o video neste link:<br />
<a href="http://www.stewmac.com/shop/Fretting_supplies/Measuring/1/Fret_Rocker/Video.html#details">http://www.stewmac.com/shop/Fretting_supplies/Measuring/1/Fret_Rocker/Video.html#details</a></p>
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		<title>Caixa de Pilhas para guitarra Ultra-fina</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 22:36:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ha coisa de uns meses, pediram-me para aplicar uma Battery Box numa Ibanez S (igual ao do Herman Lee dos Dragonforce)Inocentemente aceitei fazer o trabalho, sem me lembrar que estas guitarras são conhecidas pelo seu corpo esguio. Na hora da verdade, nem sequer tínha profundidade de madeira como para aplicar uma battery Box das horizontais. Tive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ha coisa de uns meses, pediram-me para aplicar uma Battery Box numa Ibanez S (igual ao do Herman Lee dos Dragonforce)Inocentemente aceitei fazer o trabalho, sem me lembrar que estas guitarras são conhecidas pelo seu corpo esguio.<br />
Na hora da verdade, nem sequer tínha profundidade de madeira como para aplicar uma battery Box das horizontais. Tive de descartar essa hipótese e fazer uma cavidade apenas que inclui-se a pilha. O resultado foi o da fotografia de apresentação. Nada perfeito, mas nada mau.</p>
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		<title>Guitarras Vintage  &#8211; Galanti</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 00:36:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A uns tempos atrás recebi um e-mail a pedir uma marcação para avaliar os custos de reparação de uma guitarra. A paciente em questão era uma beldade italiana dos anos 60 – Uma Galanti. Como recompensa por recuperar esta menina poderia brincar posteriormente com algumas das senhoras que me enviava via fotografia. Lamentavelmente apaguei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A uns tempos atrás recebi um e-mail a pedir uma marcação para avaliar os custos de reparação de uma guitarra. A paciente em questão era uma beldade italiana dos anos 60 – Uma <strong>Galanti</strong>. Como recompensa por recuperar esta menina poderia brincar posteriormente com algumas das senhoras que me enviava via fotografia. Lamentavelmente apaguei a foto mas era a seguinte lista:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Galanti 60&#8242;s, Hagstrom 60&#8242;s, Ibanez 70&#8242;s, Ural 50&#8242;s</em></p>
<p style="text-align: justify;">Era caso para dizer, em linguagem de poker, que tinha uma cartada muito alta ou estava a fazer bluff comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois de encontro marcado constatei que estava lidar com uma pessoa muito simpática e que possuía muita estima pelas suas guitarras, especialmente as <em>vintage</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, o trabalho na Galanti é que não era nada simpático. Lá teríamos de aplicar a nossa criatividade em causa para solucionar o problema que se nos deparava. Faltava um pickup a guitarra e como são Pickups com um encapsulamento próprio teríamos poucas hipóteses de encontrar alguma coisa que lá encaixa-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Optamos então por adaptar um pickup da<strong> Kent Armstrong</strong>, o que no fim nos deu uma valente trabalheira (coisa que não estava prevista inicialmente)</p>
<p style="text-align: justify;">O próximo sacrifício seria descobrir como era o esquema de ligações da mesma. Estas guitarras são conhecidas por ter uma botoneira muito semelhante aos dos rádios antigos. Esta ainda era feita em placas de baquelite! Limpei os contactos e andei à procura na Internet de ver algum esquema…mas nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a ajuda de uns vídeos tentei decifrar como era o funcionamento dos botões e por experimentação vi quais eram as combinações mais agradáveis ao ouvido. Juntamente com as ligações efectuamos um shielding massivo à guitarra pois ela fazia um ruído formidável.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de montar o pickguard sentimos a necessidade de efectuar também um nivelamento de trastes. Os anos não perdoaram esta guitarra e apresentava sulcos bem pronunciados nos trastes. De facto é um bom sinal: A guitarra foi tocada…</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente efectuamos um bom setup, lubrificação e limpeza a esta menina.</p>
<p style="text-align: justify;">Como recompensa o dono nos ofereceu um concerto de musica folk com um Bouzouki irlandês. Ena!!! Muito obrigado….</p>

<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-7/' title='Galanti guitar (7)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (7)" title="Galanti guitar (7)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-6/' title='Galanti guitar (6)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (6)" title="Galanti guitar (6)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-5/' title='Galanti guitar (5)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (5)" title="Galanti guitar (5)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-4/' title='Galanti guitar (4)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (4)" title="Galanti guitar (4)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-3/' title='Galanti guitar (3)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (3)" title="Galanti guitar (3)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-2/' title='Galanti guitar (2)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (2)" title="Galanti guitar (2)" /></a>
<a href='http://www.fratermusic.com/guitarras-vintage-galanti/galanti-guitar-1/' title='Galanti guitar (1)'><img width="150" height="150" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Galanti-guitar-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Galanti guitar (1)" title="Galanti guitar (1)" /></a>

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		<title>Entrevista a Paulo Barros</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 22:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[Outubro de 2011, sábado de manhã. Fazia um calor fora do normal para esta época do ano. Mas isso não era algo que considerasse fora do normal. O que me deixou admirado nesse dia é que até que em fim o grandioso Paulo Barros conseguiu um tempinho para dedicar-nos a nosso entrevista. Foi conhecido durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Outubro de 2011, sábado de manhã. Fazia um calor fora do normal para esta época do ano. Mas isso não era algo que considerasse fora do normal. O que me deixou admirado nesse dia é que até que em fim o grandioso <strong>Paulo Barros</strong> conseguiu um tempinho para dedicar-nos a nosso entrevista. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foi conhecido durante anos como o melhor guitarrista português. Integrante do &#8220;Tarântula&#8221; e do seu projecto à solo destaca-se por ter uns dedos muito rápidos. No obstante, mais do que a velocidade dos seus dedos admiro-o por ser um pioneiro no mundo das Guitarras/Heavy Metal e possuir uma personalidade muito humana.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fala-nos um pouco sobre ti, Como começaste no mundo das guitarras? Quais foram os pontos altos da tua carreira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem comecei a tocar guitarra com aproximadamente 14 anos. Iniciei-me com uma guitarra acústica muito má. Mesmo muito fraca&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Passado 2 anos comprei a minha primeira guitarra eléctrica. Uma <strong>Ibanez</strong>, usada. Custou 2500 escudos (12.50€ em moeda actual) a um músico profissional que morava aqui perto de minha casa. Como não havia dinheiro para o amplificador, eu ligava a guitarra a um gira-discos (mais propriamente a uma aparelhagem compacta). E já trazia distorção incluída…pois de por si já distorcia. (<em>risos</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a gente sabe que toco nos <strong>Tarântula</strong> e que tenho o meu projecto a solo. Para além de ter o <strong>Rec’n’Roll Studio</strong> e dar aulas de guitarra.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que os momentos altos nestes 2 projectos foram fazer as aberturas de Deep Purple, Manowar, Symphony X e muitas outras. Na carreira a solo adorei tocar com a guitarrista do Michael Jackson: Jennifer Batten. Partilhar um workshop com o Michael Angelo Batio. E tocar com o Slash e o Joe Satriani.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta de praxe….Quem são os teus heróis das 6 cordas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Herois de 6 cordas….Epa! Eu tenho milhões de heróis de 6 cordas. Humm, até uma pergunta difícil de responder concretamente. Quando miúdo, deixei-me influenciar pelo Ritchie Blackmore dos Deep Purple, O Tony Iommy dos Black Sabbath e Jimmy Page dos Led Zeppelin. Foram os primeiros gurus que a gente teve. Nos anos 80 foram o George Lynch, o Yngwie Malmsteen, o Tony Macalpine, e Vinnie Moore. Etc, Etc…</p>
<p style="text-align: justify;">Também temos grandes guitarristas em Portugal de que gosto muito, como o Luís Moreno e o Gonçalo Pereira, e mais umas dezenas…</p>
<div id="attachment_5677" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PAULO-BARROS_3801.jpg"><img class="size-medium wp-image-5677" title="PAULO BARROS_3801" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PAULO-BARROS_3801-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Barros e a sua Washburn Frankenstein</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><strong> Podes falar-nos um pouco sobre o teu gear? Amps, Pedais, Racks, Cabos…</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos amplificadores uso um <strong>Mesa Boogie</strong> Power Amp e um amplificador <strong>Rocktron</strong> não valvulado. Também uso um sistema híbrido em que uso válvulas e transistors nos sons limpos. Uso preamps à válvulas da Rocktron – O <strong>Piranha</strong>, o <strong>Voodoo Valve</strong> – também uso um Harmonizer da Rocktron (ironicamente não faço endosement da Rocktron)</p>
<p style="text-align: justify;">Em efeitos uso um processador de reverbs da Alesis, o <strong>Quadraverb</strong>. E Um Roland antiguíssimo, o <strong>GP-8</strong> para outros efeitos, como os filtros, Wahs e advirto que os chorus da Roland são muito bons.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E as tuas guitarras…quais são? Qual delas é a tua preferida? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como sabes tenho cá uma boa quantidade de guitarras, muitas delas de estimação. Mas para ser sincero a guitarra que eu mais uso ao vivo até é uma <strong>Line 6 Variax</strong>, porque? Porque sendo digital tenho na mão uma guitarra acústica, uma de 12 cordas, banjos, violinos, etc. (<em>risos</em>) É ideal para trabalhar em Musicais ou grupos de música ligeira. A nível de gravação só a usaria para gravar acústicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na parte eléctrica costumo usar <strong>Bryan Moore</strong>, <strong>ESP</strong>, <strong>Valley Art</strong>. São as minhas guitarras de guerra. Embora tenha por cá muita coisa para tocar…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nas tuas guitarras, que Pickups costumas usar?          </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho varias configurações de Pickups, entre elas a mais usada é a da <strong>Malagoli</strong>:  RL- Legacy e o OOO (que foi feito para mim). Tenho estes pickups instalados em várias guitarras. E também gosto de usar o <strong>Seymour Duncan JB</strong> e o George Lynch (<strong>Screamin Demon</strong>)</p>
<div id="attachment_5679" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros-Ibanez-X.jpg"><img class="size-medium wp-image-5679" title="Paulo-Barros-Ibanez-X" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros-Ibanez-X-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Ibanez X que tivemos de restaurar</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Que tipo cordas utilizas? E as palhetas? Usas diferentes afinações? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos Tarântula tenho 3 tipos de afinações. A afinação normal, que costumo usar 0.9-0.42. O Drop D com 0.9-0.46. E depois uso o Drop C em que uso 0.11-0.52.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas palhetas não sou muito esquisito, desde que seja de 1.2mm até 3mm.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é a acção que usas nas tuas guitarras? És muito exigente em relação ao ajuste dos teus instrumentos? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Preocupo-me bastante com que as guitarras estejam bem ajustadas a nível de afinação. Seja cá encima ou nos últimos trastes. Gosto de ouvir a guitarra afinadinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além disso preocupo-me bastante com a distância das cordas. Sou um bocado preguiçoso e gosto de ter as cordas bastante juntas, às vezes até trastejar, quando se trata de Heavy Metal. Assim consigo maiores velocidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata de canais limpos ou de outros géneros, como música ligeira, prefiro então sacrificar um bocado a preguiça e ter uma acção mais alta, mas que me garanta um som limpo e com <em>sustain</em>.</p>
<div id="attachment_5676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 269px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros.jpg"><img class="size-full wp-image-5676" title="Paulo Barros" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Workshop</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Tens algum patrocínio? Como o conseguiste?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tenha bastantes até. Tenho com a Crate, nas colunas Vintage. Tenho com a Mesa Boogie, a Line 6 e os Pickups Malagoli.</p>
<p style="text-align: justify;">Já tive patrocínio da ESP nos anos 80, mas depois que eles fecharam a representação em Portugal fiquei sem ele. Tive também com a Brian Moore e outras marcas de guitarras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que conselhos podes dar aos guitarristas portugueses para que possam evoluir musicalmente? (técnica e metodicamente)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Metodologia, ora falaste bem! É isso que falta por ai. Não é que a técnica não seja importante, mas a metodologia está em carência.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa que me anda a irritar imenso são estes <em>“Guitarristas da Internet”</em>. Defino com este nome àqueles que andam pela net à procura de solos para clonar. E acho que este não é o caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou-te dar um exemplo: Em 1993 a Jennifer Batten disse-me que segundo um estudo da revista Guitar Player haveria em Estados Unidos aproximadamente 24 milhões de bons guitarristas. Desses 24 milhões havia meio milhão com uma técnica assombrosa. Ou seja, de 0 a 20 tinham nota máxima. Mas que desse meio milhão, apenas uns 40 é que eventualmente se podiam destacar dos outros. O resto são cópias.</p>
<p style="text-align: justify;">O que recomendo hoje em dia (ainda que tudo já tenha sido inventado) é que cada um de nós procure os seus toques pessoais, até os seus próprios defeitos para ser diferente da restante massa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros-tarantula.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5675" title="Paulo Barros tarantula" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Paulo-Barros-tarantula-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que achas do mercado musical Português? Consideras que existe espaço para os “Guitarristas”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem, até posso dar continuidade a pergunta anterior para responder esta. Quando fui convidado para tocar na Feira de Frankfurt em 1992, reparei que havia mais pessoas a assistir ao meu espectáculo do que no stand de Steve Vai. E porque? Porque toda a gente já está farta de saber o que toca Steve Vai. Eu como português acabei por ter trunfos. Há sempre curiosidade pelo exotismo e pelas diferenças de um país desconhecido. E é isto que temos de aproveitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que muitos responderiam a esta pergunta com negativismo. Mas eu acho que temos de ser positivos e aproveitar as nossas raízes, as virtudes, as “sucatices ou aldrabices”, chamem-lhe como quiserem. Mas com estes ingredientes acabamos por ser exóticos, diferentes. (<em>Por entre a conversa falamos de Fado-Metal, Suecos evoluidos e produtores alemães)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Podes falar-nos um pouco sobre os teus projectos presentes e futuros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem, vou lançar mais um álbum a solo, que espero que saia em Janeiro. Estamos a preparar outro álbum para os <strong>Tarântula</strong> que possivelmente sairá no fim do próximo ano, até já temos o contrato assinado com uma produtora alemã.</p>
<p style="text-align: justify;"> E pronto, já vai dar para avançar com os espectáculos de apresentação e dar mais fôlego para continuar com estes 2 projectos.</p>
<div id="attachment_5680" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/tarantula2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5680" title="tarantula2" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/tarantula2-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Tarântula</p></div>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Guitarras Antigas – Vintage Quest</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 22:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reparação de Guitarras]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra vintage]]></category>

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		<description><![CDATA[Basicamente aparecem cá muitas guitarras (era fraco sinal se assim não fosse). Algumas mais antigas do que outras. Mas hoje decidi destacar 3 guitarras que estiveram cá recentemente e que de certeza despertaram a minha curiosidade. Uma delas foi esta Fender Stratocaster de inícios de 70. Certamente já tivemos cá muitas strats ainda mais antigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Basicamente aparecem cá muitas guitarras (era fraco sinal se assim não fosse). Algumas mais antigas do que outras. Mas hoje decidi destacar 3 guitarras que estiveram cá recentemente e que de certeza despertaram a minha curiosidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Uma delas foi esta <strong>Fender Stratocaster</strong> de inícios de 70. Certamente já tivemos cá muitas strats ainda mais antigas do que esta, mas adorei o relic natural desta guitarra.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu maior problema residia na curvatura que o braço foi ganhando com os anos. No obstante, tentamos minimizar o problema sem tocar na madeira e verniz. Optamos por aquecer a madeira e minimizar a curvatura, fazer um nivelamento de trastes mais radical e ajustar o trussrod no ponto máximo (atenção a esta operação nas mãos de DIY, já vi muitos trussrods partidos por aficionados)</p>
<p style="text-align: justify;">No final, um bom setup à guitarra e já toca!!! (nada de milagres..atenção)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-1.jpg"><img class="aligncenter" title="Fender 70's (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5663" title="Fender 70's (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5664" title="Fender 70's (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5665" title="Fender 70's (4)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fender-70s-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tivemos também esta <strong>Hofner</strong> durante várias semanas no nosso atelier. É uma guitarra com um grande look, mas a nível de som e ajustes era horrivel. Possuía um sistema electrónico raro, qual não funcionava. E que se tornou um verdadeira quebra-cabeças.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de várias horas a decifrar como funcionava e consertar o que estava avariado, tivemos como recompensa um som pobre e repleto de ruído. Já que o orçamento era limitado, optamos por colocar a guitarra num sistema passivo. Afinal os pickups também não pareciam ser grande coisa…</p>
<p style="text-align: justify;">A nivel de setup também observamos que esta guitarra era um osso duro de roer. O trussrod já estava no máximo, e quem concebeu a ponte sinceramente não percebia muito de guitarras. Ela não tinha um ajuste fácil de altura, as selas eram de plástico, o ajuste das oitavas era algo que se mexia com suma facilidade e a ponte abanava de cada vez que se usava a barra de tremolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, esta era preferível estar no baú das recordações ou encima da lareira…</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5666" title="Hofner vintage (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5667" title="Hofner vintage (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5668" title="Hofner vintage (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Hofner-vintage-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente tivemos cá uma marca japonesa bastante antiga. <strong>Fresher</strong>. Tinha por peculiaridade trazer efeitos incorporados na guitarra (algo muito em voga nos anos 70) esta trazia distorção e wah incorporado. Fora o Pó! (que decidi tirar foto)</p>
<p style="text-align: justify;">A guitarra em si não era má. Mas os efeitos deixavam muito a desejar. Com certeza ficam mais bonitos de se ver do que se ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esta história gosto de relembrar que nem tudo o que é vintage é bom…Basta estarmos atentos e vigilantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fresher-guitar-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5669" title="Fresher guitar (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fresher-guitar-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fresher-guitar-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5670" title="Fresher guitar (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Fresher-guitar-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Duplicação de CD&#8217;s</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 21:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem costuma frequêntar o nosso blogue sabe que a Fratermusic tem uma parafernália de serviços fora do vulgar. E sendo uma empresa jovem e em constante evolução vamos sempre melhorando os nossos serviços, ou acrescentado mais alguma característica aos mesmos. Hoje vamos falar sobre uma dessas evoluções. Já ha alguns anos que efectuamos duplicação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem costuma frequêntar o nosso blogue sabe que a <strong>Fratermusic</strong> tem uma parafernália de serviços fora do vulgar. E sendo uma empresa jovem e em constante evolução vamos sempre melhorando os nossos serviços, ou acrescentado mais alguma característica aos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vamos falar sobre uma dessas evoluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ha alguns anos que efectuamos duplicação de CD’s para Bandas e Músicos em geral. Com o tempo fomos apresentando várias soluções e formatos para este serviço, quer seja para divulgação ou venda.</p>
<p style="text-align: justify;">Começamos pelo simples<strong> CD</strong> impresso num saco plástico. Inciamos este serviço para que as bandas pudessem divulgar o seu trabalho a um preço bastante económico. Na impressão do <strong>CD</strong> continha os dados necessários da banda para contacto e marcação de espectáculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/09/CD_feedback.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-802" title="CD_feedback" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/09/CD_feedback-300x250.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A seguir usamos com uma única folha de papel impressa. Era um pack mais profissional e que quase não acrescentava custos a versão anterior.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/03/KIbanda-CD.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-361" title="KIbanda CD" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2009/03/KIbanda-CD.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Agora lançamos o formato convencional. Caixa normal, 1 folha de book (4 cores), CD Impresso e plastificado. Esperamos com isto poder ajudar a todas a bandas a divulgar a sua música no formato convencional..</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, sempre com preços amigáveis!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5018.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5655" title="DSCF5018" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5018-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5019.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5656" title="DSCF5019" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5019-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5020.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5657" title="DSCF5020" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF5020-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Pintar Guitarra – PRS Goldtop</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem dúvida que um dos trabalhos mais pedidos no nosso atelier em materia de pinturas é a transformação dos tampos em “Goldtop”. Esta simples operação é capaz de transformar uma humilde guitarra numa beleza sem precendentes. Dada a dificuldade em conseguir a tinta (que ainda por cima é dispendiosa) e de dificil manuseamento torna esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sem dúvida que um dos trabalhos mais pedidos no nosso atelier em materia de pinturas é a transformação dos tampos em “<em>Goldtop</em>”. Esta simples operação é capaz de transformar uma humilde guitarra numa beleza sem precendentes. Dada a dificuldade em conseguir a tinta (que ainda por cima é dispendiosa) e de dificil manuseamento torna esta operação pouco comum nas mãos dos amadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta vez calhou-nos uma <strong>PRS SE</strong>. Uma guitarra com uns belos contornos (sou suspeito pois adoro <strong>PRS</strong>’s) Binding creme incorporado mas a cor era madeira natural, tornando a guitarra pouco interessante.</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PSR-tremonti.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5643" title="PSR tremonti" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PSR-tremonti-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O seu dono gostava de colocar um bocado mais de vida nela, para além de efectuar umas pequenas alterações na mesma. Sabendo ele que quanta mais electrónica tiver a guitarra incorporada, mais sinal pode perder a mesma, decidiu apenas ficar com o selector de Pickups e um potenciómetro de volume. Com isto, sobrariam 3 furos que tinham de ser tapados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fizemos 3 pequenos círculos em madeira para tapar os furos e aplicamos cola gentilmente. De seguida colocamos massa niveladora e lixamos o tampo da guitarra. No interior da mesma aplicamos grafite líquido, disfarçando a cicatriz e melhorando o isolamento de ruídos.</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5644" title="Pintar PRS Goldtop (1)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Isolamos o binding com uma nova fita isoladora e ficamos sumamente satisfeitos com o seu desempenho. Este era sempre um ponto “<em>delicado</em>” onde tínhamos sempre algum problema entre mãos. Mas dada a elasticidade e aderência desta nova fita os problemas de vazamento de tinta foram quase nulos.</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF4949.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5645" title="DSCF4949" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/DSCF4949-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente aplicamos o dourado e o verniz. Desta vez o temporal que se fazia sentir lá fora trouxe-nos muito lixo, e sendo esta tinta muito sensível ficou com pequenas marcas de pó. Há-de haver sempre algum “s<em>enão</em>” a querer estragar a perfeição…</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, este problema só é perceptível se estivermos muito próximos do tampo., onde se destacavam pequenos relevos dourados (ou seja, pó pintado de dourado)</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PRS-tremonti-pintada.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5646" title="PRS tremonti pintada" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/PRS-tremonti-pintada-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que a guitarra ganhou uma nova vida…Uma vida d’Ouro!</p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5647" title="Pintar PRS Goldtop (3)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5648" title="Pintar PRS Goldtop (2)" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/Pintar-PRS-Goldtop-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Entrevista a João Sérgio Reis, Ibéria</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 23:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administração</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Informara-me que teria a oportunidade de apresentar  uma lenda da nossa cultura musical para o nosso ciclo de entrevistas. De facto até aparece no wikipédia (Qual lenda não tem uma descrição detalhada no wikipédia?!?!) Com muita honra hoje é a oportunidade de ouvir João Sérgio Reis, Baixista dos Iberia. Obrigado pela disponibilidade. Fala-nos um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Informara-me que teria a oportunidade de apresentar  uma lenda da nossa cultura musical para o nosso ciclo de entrevistas. De facto até aparece no wikipédia (Qual lenda não tem uma descrição detalhada no wikipédia?!?!) Com muita honra hoje é a oportunidade de ouvir João Sérgio Reis, Baixista dos Iberia.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obrigado pela disponibilidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fala-nos um pouco sobre ti, como começaste no mundo da música? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Eu é que te agradeço a oportunidade, é um prazer! Comecei cedo aos 12 anos, quando eu e os meus companheiros (alguns deles estiveram mais tarde nos iberia comigo&#8230;) nos juntávamos nos bancos de escola, nas portadas da nossa rua, aprendendo a tocar guitarra acústica e a imitar as músicas dos nossos ídolos&#8230; Penso que nos anos 80 isso foi uma característica inerente a quase todos os que estavam a começar a dar os seus primeiros passos. Nós não fomos excepção e eramos uns miudos, tinhamos vivos todos os sonhos.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E na altura quem eram os teus “bass heroes” e influências?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Desde cedo ouvi muita música, nomeadamente a que o meu irmão mais velho (Paulo Jorge Reis) trazia para casa: Beatles, Rolling Stones, Doors, Genesis, Deep Purple, Led Zeppelin, Queen, Black Sabbath, alguma new wave e Punk (Ramones), entre tantos outros. Os meus idolos, a partir do momento em que me comecei a aperceber do valor musical dos instrumentos e a distingui-los uns dos outros, foram o Neil Murray (dos Whitesnake), Glenn Hughes e Roger Glover (dos Deep Purple), John Paul Jones (dos Led Zeppelin), Phil Lynnot (Thin Lizzy), Geezer Bluter (Black Sabbath) e (entre muitos outros ainda) o meu principal ídolo no baixo, Steve Harris dos Iron Maiden, que começava a dar nas vistas pela sua técnica, pela sua maneira de tocar, pela sua garra e pelo músico completo que ele é, em especial pela faceta de compositor, normalmente uma tarefa nunca muito “entregue” aos baixistas&#8230; Isso em especial intrigava-me e levou-me a querer conseguir vencer nesse meio que tanto me fascinava.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para além de teres fundado os Iberia, qual consideras o teu maior feito musical?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- No campo pessoal, ter sido considerado durante 5 anos consecutivos o “título” de melhor baixista nacional de Metal, pelo inquérito nacional que o HMZP promovia, através de votação nacional&#8230; Vale o que vale, mas com 20 e poucos anos deixava-me imensamente satisfeito.<br />
No campo da banda em si: o ter enviado o album “IBERIA” ao Tommy Vance e ele o ter passado (o tema “No Pride”) no programa “The Friday Rock Show” da BBC-Radio 1, perante mais de 20 milhões de ouvintes. Foi um momento mágico, entre muitos que já tive com os IBERIA!<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/6060_1207151936681_1165156252_617085_4192974_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5635" title="6060_1207151936681_1165156252_617085_4192974_n" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/6060_1207151936681_1165156252_617085_4192974_n-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entretanto a banda estava lançada e de repente ficou em “banho-maria”. O que te levou a relançar os Iberia ao fim destes anos e o que mudou nos Iberia para além dos membros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- O que me levou a levantar de novo os Iberia foram as reedicções dos 2 primeiros discos em CD e uma vontade imensa de mostrar às gerações mais novas (e não só&#8230;) o nosso trabalho, nuns moldes mais modernos, mais definidos, com as condições técnicas mais recentes. O bichinho “<em>Iberia</em>” não deixou de estar presente ao fim de tantos anos e sentia que a carreira tinha sido brutalmente interrompida sem de facto ter mostrado o valor dos Iberia às pessoas. Juntei os elementos que ainda hoje compõem esta formação e lançámos mãos à obra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Falemos agora do João Sérgio, o baixista. Para ti o baixo tem de se tocar com os dedos ou aceitas quem toca com palheta? Notas diferenças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Dedos sempre, lol&#8230; Não tenho qualquer tipo de complexo com quem toca de palhetas ou de dedos! Seria idiota da minha parte… aceito que a pessoa deva tocar como se sente bem, e como acha que soa melhor&#8230; eu toco sempre de dedos, mas se me derem uma palheta também farei o meu trabalho&#8230; mas com os dedos estou muito mais á vontade. Tenho muito mais amplitude, mais rapidez e mais sensibilidade quando sinto os dedos em contacto com as cordas… a palheta limita-me imenso essa sensibilidade mas consigo tocar de palheta, claro. Como também toco guitarra, consigo adaptar-me perfeitamente, se for necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faz-nos uma tour pelo teu gear (Amps, Pedais, Racks, Cabos, etc):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Tenho um amplificador de baixo <strong>Tube Works</strong> com Cabeça de 300W + 2 colunas e uma Rack Gator com Equalizador <strong>Nady Systems</strong>, Compressor <strong>Behringer</strong>, Emissores AKG (dual) e um <strong>Power Source</strong> da Samson.<br />
Uso uma pedaleira de efeitos <strong>Boss ME8B</strong>, Microfone <strong>Shure SM58</strong>, Cabos <strong>Klotz</strong> e Neutrik, Straps Shaler, Stands da Quick Lock e uso em casa para compor um <strong>Marshall Mosphet 100 W</strong> + Processador de efeitos Yahama e uma guitarra eléctrica J<strong>ackson Flying V</strong> com pickups <strong>EMG</strong> e <strong>Seymour Duncan</strong>. Já tive muito mais material, mas desfiz-me dele e presentemente é o que tenho e chega perfeitamente para trabalhar nos Iberia e nos projectos que tenho em mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E baixos…quais são? Qual deles é o teu preferido? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Tenho 4 baixos presentemente: o<strong> Fender Precision Bass Special SR-1</strong>, o <strong>Ibanez Sound Gear 800</strong> (equipado com picks PJ da EMG), o <strong>Peavey T-40</strong> e o velhinho <strong>Aria Pro II</strong> com que toquei nos 2 albuns dos Iberia e que me acompanhou durante anos… está no activo (foi restaurado/melhorado recentemente&#8230;), mas os 3 primeiros são aqueles que uso presentemente. O Aria está presentemente no Museu, eheh.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E quais os pickups que usas mais? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- EMG, Bartolini e Peavey.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se tivesses de escolher única e exclusivamente 3 pedais do teu arsenal quais seriam e porquê? (por favor, não te esqueças de dizer a marca!)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><br />
- Como já disse, uso somente a pedaleira da <strong>Boss ME8B</strong> que tem os efeitos que pretendo para já.. na verdade não a costumo usar muito ao vivo, usava-a para outros trabalhos, nos Iberia quero um som duro e possante, sem efeitos. Isso basta-me e penso que não se enquadra (o seu uso) no trabalho que faço com a banda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que tipo de cordas utilizas? Usas diferentes afinações? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Costumo usar muito as <strong>Warwick</strong> (rotulo vermelho) que têm um bom som e muito brilho; em relação preço/qualidade são excelentes! Já usei <strong>GHS Boomers</strong>, <strong>Rotosound</strong> e outras, mas acredita que as Warwick dão muito melhor rendimento! Uso a afinação que tocamos com os Iberia (meio tom abaixo do standard) e no tema Angel desafinei o Peavey T-40, com cujo baixo toco o tema em questão, para drop D (o Mi bordão somente).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>És muito exigente em relação no ajuste dos teus instrumentos? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Não muito exigente, desde que estejam afinados e que tenha uma margem confortável para tocar&#8230; não gosto de escalas muito baixas, nem muito altas.. o “meio termo” é o ideal para mim.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/iberia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5637" title="iberia" src="http://www.fratermusic.com/wp-content/uploads/2011/11/iberia-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tens algum patrocínio? Se sim, como o conseguiste?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Não, nunca tive necessidade de recorrer a nenhum patrocínio e não tenho nenhum endorsement presentemente. No futuro não sei, mas gostava da Fender, por exemplo…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que conselhos podes dar aos baixistas portugueses para que possam evoluir musicalmente? (técnica e metodicamente):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Os conselhos são sempre muito subjectivos. Não acho que tenha “estatuto” técnico para dar conselhos seja a quem for. No entanto aconselho todos os que agora começam a não porem a “<em>carroça á frente dos bois</em>”. Aprendam a andar, antes de saberem correr. Ninguém disse que é fácil e não se deixem iludir: só se consegue algo com muito trabalho e dedicação, tenham a certeza disso! A sorte também ajuda, é um facto, mas sem trabalho nada se faz.</p>
<p style="text-align: justify;">Sejam metódicos numa coisa: treinem, ensaiem. Ao contrário do que dizem muitos, os ensaios são necessários e fazem evoluir um músico e/ou uma banda. O entrosamento duma banda começa-se a notar com a frequência de concertos e também de ensaios. Os Iberia no final dos anos 80, ensaiavam TODOS os dias! É difícil hoje em dia cumprir um tal calendário – seja pela falta de tempo, seja pela falta de salas para ensaiar, outro drama das bandas de hoje &#8211; mas pelo menos pratiquem quando podem e tentem tirar partido duma coisa que eu não tive acesso quando comecei: a tecnologia e os métodos de aprendizagem (Vídeos, Livros, Internet, Workshops, etc..).</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitem e divirtam-se a aprender, tenham prazer nisso, não façam disso um martírio, e muito menos uma competição&#8230; esse, quanto a mim, é o caminho mais errado. Para rematar uma coisa demasiado importante: não se deixem pisar por ninguém, mas sejam humildes, sem isso não passam da cepa torta, disso não tenham dúvidas nenhumas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como disseste, hoje os meios para se fazer música estão muito mais acessíveis ao grande público. Achas que isto satura o mercado ou há espaço para todos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Satura de facto o mercado. Parece pretencioso da minha parte dizer isto, mas se por um lado existe espaço para todos mostrarem a sua música, por outro há muita gente que tem meios e faz trabalhos muito maus, medíocres mesmo e safa-se com isso (seja por lacunas do mercado, seja por influência de alguém, seja por terem meios e dinheiro e consigam “comprar” o seu lugar).</p>
<p style="text-align: justify;">E temos bandas excelentes com muita capacidade e talento e pela escassez de meios e de oportunidades, o seu trabalho fica muitas vezes por mostrar; há neste campo uma lacuna enorme: as editoras com visão para investirem em bons projectos e a lógica economicista que ainda (e cada vez mais) grasa no meio artístico em Portugal. E somos um país pequeno. Isso faz toda a diferença. Não tenham a menor dúvida que isto está muito limitado por isso. Mas nunca desistam de lutar pelo vosso lugar..</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Concluindo, podes falar-nos um pouco sobre os teus projectos presentes e futuros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Para já o que me interessa a nível musical, são os IBERIA. A banda tem um novo disco (REVOLUTION) lançado em Março deste ano, estamos ainda a promovê-lo, ainda há imenso que fazer e o disco ainda não mostrou todo o seu potencial às massas. Queremos tocar ao vivo, exportar a banda e estamos a fazer todos os esforços possiveis para que isso seja possível.</p>
<p style="text-align: justify;">No futuro tenho duas coisas que gostaria de conseguir fazer: re-gravar uma colectânea com os melhores temas dos primeiros álbuns (com a tecnologia de hoje) e criar condições para montar um mini-estúdio em casa, coisa que me ficou pelo caminho há uns anos atrás, aquando da paragem forçada da banda e da minha actividade. Nunca parei, verdadeiramente, mas houve uma lacuna na minha carreira e foi essa.</p>
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